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PORQUÊ O ULTRA CBD É UMA EVOLUÇÃO

EM RELAÇÃO AO ÓLEO DE CBD?

CARACTERÍSTICAS

CBD OIL

CBD HIDROSSOLÚVEL

Rapidez de ação

Diluição em qualquer líquido

Fácil de titular

Menor dose

Menor custo de tratamento

Menos efeitos colaterais

O Ultra CBD, que é a evolução tecnológica do conhecido extrato de cannabis, passa por um processo de nanotecnologia que o transforma em hidrossolúvel, providenciando para o paciente uma absorção mais de dez vezes maior que os óleos convencionais. Só para entender, um óleo de Canabidiol tem uma absorção de 6%, então para cada 100 ml que você toma, somente 6 ml são absorvidos pelo seu corpo. Então se você toma 200 mg por dia, para fazer alguma ação, seu corpo vai receber 12 mg.

Com o Ultra CBD a dose é praticamente totalmente absorvida e você precisa de dosagens muito menores, isto faz o produto ser mais potente e eficaz que o óleo, mesmo quando ele é Full Spectrum. Outro fator além de maior absorção é a segurança, pois não tem a primeira passagem no fígado e diminui os efeitos colaterais e a interação medicamentosa e também a facilidade de titular o produto como também a ingestão, porque ele pode ser tomado com água, suco e chá.

O Ultra CBD, por ter ação anti-inflamatória, antioxidante e neuroprotetora, é muito eficiente e pode ajudar muitos pacientes com Autismo, Epilepsia, Parkinson e Alzheimer, pois melhora a cognição, os distúrbios motores, psicológicos e outros.

O CBD pode parecer fazer muita coisa, mas todas as doenças tem uma ligação e a ação do Ultra CBD consegue no cérebro resultados surpreendentes e ao contrário da maioria dos remédios utilizados para estas doenças, os efeitos colaterais são muito menores.

A biodisponibilidade oral do canabidiol em óleo é de aproximadamente 6% em humanos, enquanto a biodisponibilidade do Canabidiol solúvel em água é de aproximadamente de 30 a 60% (média de 47%), a meia-vida de eliminação do CBD é de 18-32 horas. O canabidiol é metabolizado no fígado assim como no intestino pelas enzimas citocromo P450 CYP2B6, CYP2C19, CYP2D6, CYP2J2 e CYP3A4, e pelas isoenzimas UGT1A7, UGT1A9 e UGT2B7, o CBD pode ter uma ampla margem na dosagem.

O canabidiol tem baixa afinidade com os receptores canabinoides CB1 e CB2, embora possa atuar como antagonista dos agonistas CB1/CB2, apesar desta baixa afinidade o canabidiol pode ser um antagonista do GPR55, um receptor G acoplado à proteína e um receptor canabinoide putativo que é expresso no núcleo caudado e putamen no cérebro. Pode também atuar como um agonista inverso do GPR3, GPR6 e GPR12. O CDB tem demonstrado atuar como um agonista parcial do receptor de serotonina 5-HT1A que é um modulador alostérico dos receptores μ- e PPARγ-opioides também. Os efeitos farmacológicos do CDB podem envolver PPARγ agonismo, inibição dos canais catiônicos de tensão e liberação intracelular de cálcio.

O Sistema Endocanabinoide

Milênios depois, a ciência – mesmo se debruçando intensamente na caracterização química de seus mais de 530 componentes bioativos ainda não era capaz de gerar hipóteses passíveis de comprovação, afim de explicar duas das características mais notáveis do uso recreativo desse vegetal: porque pequenas alterações químicas potencializavam o efeito da droga em até 100 vezes e, principalmente, porque seria virtualmente impossível um indivíduo sofrer uma overdose letal da substância.

Para suplantar este paradigma, alguns compostos derivados do delta-nove-tetrahidrocanabinol (Δ9-THC) foram marcados radioativamente em estudo experimental e após sua indução, descobriu-se que os mesmos apresentavam tropismo por membranas encefálicas e que sua ligação se dava de forma saturável e estereosseletiva. Tais indícios sugerem fortemente a existência de receptores endógenos para a droga e foram estes achados que levaram à descoberta do Sistema Endocanabinóide (SEC): um aparelho fisiológico constituído de receptores e ligantes endógenos, conservado filogeneticamente, responsável por diversos controles relacionados à homeostase neuronal.

Os receptores, de acordo com a ordem de descoberta, foram classificados em CB1 e CB2: enquanto o primeiro é responsável pela maior parte dos efeitos psicotrópicos – além de serem o de maior abundância no Sistema Nervoso Central (SNC) – os receptores CB2 tem sua expressão majoritária no sistema imunológico, na micróglia e em condições patológicas como a dor crônica.

Os receptores CB1 são agora considerados o receptor metabotrópico mais abundante no cérebro dos mamíferos e também estão presentes nos tecidos periféricos. Evidências imunohistoquímicas indicam que os CB1 estão localizados em várias regiões diferentes do cérebro adulto, incluindo aquelas relacionadas à emoção e respostas a estímulos aversivos. Eles incluem o hipocampo striatum, substantia nigra, periaqueductal grey (PAG), amygdala, nucleus accumbens e o córtex, especialmente o córtex pré-frontal e cingulado. Por outro lado, os receptores CB2 são encontrados principalmente em células do sistema hematopoiético e imunológico, mas também estão presentes no cérebro.

Após a identificação desses receptores foram descobertos vários neuromoduladores endógenos, denominados endocanabinóides (ECs). Atualmente, o sistema endocanabinóide (EC) é proposto para compreender os receptores CB1 e CB2, agonistas endógenos derivados do ácido araquidônico como (N-arachidonoylethanolamida, AEA) e 2- arachidonoylglycerol (2-AG), e as proteínas responsáveis pela síntese e degradação destas moléculas. 

De acordo com resultados in vitro, estudos in vivo também demonstraram a importância do sistema de EC para modular a proliferação celular, diferenciação, maturação e sobrevivência. Além disso, existe uma associação positiva entre a neurogênese induzida por canabinóides e a melhora comportamental observada em modelos animais de ansiedade, psicose e depressão. A administração crônica (10 dias), mas não aguda, do HU210 induziu efeitos do tipo ansiolítico e antidepressivo ao aumentar a neurogênese, uma vez que os animais que foram submetidos à radiografia SGZ-x não apresentaram nenhuma resposta comportamental. A administração repetida do WIN55,212-2 também foi capaz de promover a divisão celular em ratos.

Preparação farmacêutica

Este é o método mais moderno do uso do Canabidiol, processo industrializado onde a molécula do Canabidiol passa por um processo de Nanotecnologia e é reduzida a

tamanhos inferiores a 100 nanômetros, assim pode ser revestida por molécula de água. Este processo possibilita absorção até 10X maior que os óleos, reduzindo

significativamente a dosagem, facilitando a titulação, evita a primeira passagem hepática, reduzindo riscos de efeitos colaterais e interações medicamentosas. Pode ser ingerido diretamente ou ser adicionado a água, suco e outros.

Tratamentos conservadores à base de remédios, via de regra, são prescritos na forma de comprimidos, cápsulas ou drágeas para ingestão oral. Essa é uma das tantas possibilidades de se administrar medicamentos feitos com CBD. Elas podem ser produzidas com extrato de Canabidiol com o componente isolado ou com

outros elementos que não estão presentes na Cannabis e são adicionados sinteticamente.

Entre os tantos endocanabinoides naturais em nosso organismo, os cutâneos ajudam a restabelecer as funções da pele, bem como o seu aspecto saudável.

Tendo em vista a existência desses receptores, são produzidos pela indústria farmacêutica medicamentos contendo CBD na forma de pomadas, cremes e unguentos. Aplicados diretamente sobre a pele, eles têm ação reparadora ou cosmética, podendo ser utilizados também para tratar de pequenas infecções.

Por mais que a administração de CBD no formato de óleos e de cápsulas seja a mais difundida, nenhuma outra é tão eficaz como pela via respiratória, isto é, por inalação. Essa eficácia tem a ver com a biodisponibilidade maior ao inalar o canabidiol por esse meio. Assim, ele age mais rápido, uma vez que é absorvido quase instantaneamente pela corrente sanguínea. Porém esta via de administração é proibida no Brasil.

Como funciona a importação

Até o início de 2020 fazer a importação de produtos à base de Canabidiol era um processo complexo e demorado, porém em janeiro de 2020 com a introdução da RDC 335/90, a importação de produtos à base de canabis ficou muito mais fácil.

Hoje, apesar de muitas pessoas ainda não conhecerem esta RDC, para fazer a importação é somente necessário a receita simples do médico, onde deve informar o produto, a empresa e a formulação correspondente ao tratamento. Com a receita você deve fazer o registro junto a Anvisa que é dentro do site www.gov.com.br, este site é uma central do governo e presta serviço para tudo o que você precisa em relação ao governo federal. Portanto, não é um site específico da Anvisa.

Muitas empresas que produzem os produtos e fazem a importação, oferecem ajuda na hora do registro. Mas dentro da página de autorização você precisa digitar a informação do paciente e seu representante caso seja a pessoa que está fazendo o pedido, tem que preencher os dados do médico e imputar os dados do produto que está solicitando.

Após preencher todos os dados, é necessário fazer o upload da receita, dos documentos do paciente e se for feito pelo responsável, os documentos que comprovem a relação entre paciente e solicitante e por último uma cópia de um comprovante de residência em nome do solicitante. Todas as cópias dos documentos deverão estar junto com o medicamento enviado, pois ao chegar ao Brasil a Anvisa fará a conferência para liberar a entrada e envio ao remetente.

Este processo deve ser feito a cada 24 meses, pois quando a Anvisa libera o produto é para importação durante 2 anos, ou pelo número total de caixas que estão na receita. Por este motivo sempre orientamos que o médico coloque pelo menos 24 caixas na receita, assim o paciente tem um limite liberado de compras pela Anvisa no período e na quantidade. Não é preciso comprar a quantidade da receita, se o paciente comprar duas caixas e a receita tiver 24 caixas, a Anvisa abate o comprado e você pode continuar pedindo direto ao laboratório até o limite sem precisar novas autorizações. Se caso você não queira mais tomar ou trocar o medicamento, é só alterar e não tem nenhum vínculo ou obrigação com a quantidade colocada na receita, que é só um valor para evitar novas autorizações e burocracias. Portanto importar é fácil e o processo demora em média 30 dias, desde o registro a chegada do medicamento

Prescrição Médica

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